

Ricardo Cabral
Ator, diretor, dramaturgo e artista-pesquisador. Doutorando e Mestre em Artes da Cena pela UFRJ, e ator formado pela Escola de Teatro Martins Pena, com qualificação em teatro físico pela Stella Adler Studio of Acting, em Nova York. Participou de residências artísticas no Festival TransAmériques, no Canadá, e no Festival de Edimburgo. Publicou as dramaturgias O filho do presidente (Cândido, 2021) e Max (Sesc, 2016). É diretor artístico do TEATRO CAMINHO, onde investiga há sete anos relações entre cena, espaço e itinerância.
A mesa reúne cineastas cujos trabalhos investigam artistas indígenas, ribeirinhos e quilombolas, debatendo a importância do cinema documentário como arte de denúncia, em sua relação com a memória e a cultura dos povos originários.
Uma conversa entre os dois aliados, criadores do TePI - Teatro e os povos indígenas, o líder indígena Ailton Krenak e a artista Andreia Duarte. A ideia é realizar um bate-papo sobre a criação do TePI, refletindo sobre o seu percurso, que está fundamentado na produção artística indígena, nos sentidos políticos ecológicos emanados pelas obras apresentadas e no necessário entendimento do lugar comum que é o planeta terra, espaço plural de todas existências.
Atividades presenciais no MAR - Museu de Arte do Rio | 17 e 18/03/22
17 e 18/03
10H ÀS 13H
Laboratório: EMARANHADA: modos de criar corpo junto
com Dani Lima e Ricardo Cabral
INSCRIÇÕES ENCERRADAS
Baseado no conceito de simpoiesis de Donna Haraway, o laboratório vai propor práticas performativas de som e movimento como forma de criar relações corporais entre gentes diversas, mercadorias, museu e cidade. O trabalho acontecerá dentro do MAR e em seus arredores, na Praça Mauá.