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Louise Botkay

Uma conversa dedicada ao encontro com Davi, Louise e Luiz, depois da experiência de filmar em território Yanomami, a partir da parceria e da relação de confiança com Davi Kopenawa e a comunidade de Watorik. 

Filme, poesia, floresta / filme e poesia na floresta.

Louise Botkay  se formou na Escola Nacional de Cinema da França (FEMIS), realiza seus filmes, desde 2003, em países como Haiti, Congo, Níger, Chad, Holanda, França e Brasil. Usando diferentes mídias, como o telefone celular, vídeo e película super-8, 16 e 35 milímetros, revelados artesanalmente. Seus trabalhos foram selecionados e premiados em festivais de cinema, como Festival de Oberhausen, Semana dos Realizadores, Fid Marseille, Festival Kinoforum, Rencontres internationales Paris Berlin, Fespaco, Festival Janela Internacional de Recife. Expôs seus trabalhos no MAM-RJ, galeria A Gentil Carioca, Christopher Grimes Gallery, Videobrasil, entre outros. Recebeu o prêmio E-flux na competição internacional do festival de Oberhausen 2016. Seu filme VertièresI II III foi eleito um dos dez melhores filmes de 2015 pela revista Artforum na seleção da curadora e teórica Nicole Brenez. Em 2016, recebeu uma sessão retrospectiva na Mostra do Filme Livre, um prêmio pela obra e uma retrospectiva de seus filmes abriram o festival Cachoeira.doc. Em 2018, teve uma sessão Profile com curadoria de Lisette Lagnado no Festival Internacional de Oberhausen, seu trabalho, Um filme para Ehuana recebeu um prêmio do Ministério da Cultura do Estado da Renânia do Norte - Vestfália – Alemanha.

14/03
14H | ONLINE
  • YouTube - Black Circle
Cinema e ecologia

com Louise Botkay e Luiz Bolognesi 

Mediação: Ricardo Cabral

A mesa reúne cineastas cujos trabalhos investigam artistas indígenas, ribeirinhos e quilombolas, debatendo a importância do cinema documentário como arte de denúncia, em sua relação com a memória e a cultura dos povos originários.