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Eliane Potiguara

Extirpar o monstro que nos mata dia a dia é dura tarefa

Primeiro se sofre calado. Há os que se acostumam com a dor, opressão, racismo e repressão social e político-econômica, desembocando no desequilíbrio ou na loucura. Mas há os que clamam, depois de invernos. Há os que berram! Somos nós, povos indígenas.

Eliane Potiguara recebeu, em 2021,  o título de Doutora Honoris Causa pela UFRJ, onde estudou no início da década de 70. Em 2014, Recebeu do governo brasileiro o Título de Cavaleiro da Ordem ao Mérito Cultural. Foi indicada, em 2005, ao Projeto Internacional Mil Mulheres ao Prêmio Nobel da Paz. É escritora, poeta, professora, formada em Letras (Português-Literatura) e Educação, pela UFRJ, especializada em Educação Ambiental pela UFOP. É da etnia Potiguara, brasileira, fundadora da 1ª organização de mulheres indígenas GRUMIN / Grupo Mulher-Educação Indígena (1988), além de embaixadora da Paz pelo Círculo de Embaixadores da França e Suíça. Trabalhou pela Declaração Universal dos Direitos Indígenas na ONU, em Genebra. Seu livro carro-chefe é Metade cara, metade máscara (Global Editora, 2004; Grumin Edições, 2019). Ganhou o Prêmio do PEN CLUB da Inglaterra e do Fundo Livre de Expressão, USA. Possui vários livros infantis e textos, pensamentos e poesias em antologias nacionais e internacionais.

15/03
10H | ONLINE
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Mulheres escritoras e ecologia

com Eliane Brum e Eliane Potiguara

Mediação: Flávia Berton

Encontro entre mulheres escritoras que investigam em suas obras questões ligadas à ecologia, à preservação do meio ambiente, à luta dos povos originários e sua resistência à destruição sistemática dos seres viventes.