Seminário Internacional
Arte e Ecologia

 |14 a 18 de Março 2022| Políticas da Existência
14/03
10H | ONLINE
  • YouTube - Black Circle
Conferência de abertura: Corpos dissidentes e mundos possíveis
com Pedro Cesarino (USP)

Mediação: Gabriela Lírio (UFRJ)

 

A apresentação tratará de refletir sobre os corpos dissidentes e sua relação com práticas artísticas no Brasil contemporâneo. Buscar-se-á oferecer caminhos para a compreensão do colapso civilizatório em curso e sua relação com as formas de existência que tem demandado um novo pacto do sensível e de suas manifestações estéticas. 

14/03
14H | ONLINE
  • YouTube - Black Circle
Cinema e ecologia

com Louise Botkay e Luiz Bolognesi 

Mediação: Ricardo Cabral

A mesa reúne cineastas cujos trabalhos investigam artistas indígenas, ribeirinhos e quilombolas, debatendo a importância do cinema documentário como arte de denúncia, em sua relação com a memória e a cultura dos povos originários.

14/03
16H30 | ONLINE
  • YouTube - Black Circle

Plataforma TePI

com Ailton Krenak e Andréia Duarte

Mediação: Ricardo Cabral

Uma conversa entre os dois aliados, criadores do TePI - Teatro e os povos indígenas, o líder indígena Ailton Krenak e a artista Andreia Duarte. A ideia é realizar um bate-papo sobre a criação do TePI, refletindo sobre o seu percurso, que está fundamentado na produção artística indígena, nos sentidos políticos ecológicos emanados pelas obras apresentadas e no necessário entendimento do lugar comum que é o planeta terra, espaço plural de todas existências. 

15/03
10H | ONLINE
  • YouTube - Black Circle

Mulheres escritoras e ecologia

com Eliane Brum e Eliane Potiguara 

Mediação: Flávia Berton

Encontro entre mulheres escritoras que investigam em suas obras questões ligadas à ecologia, à preservação do meio ambiente, à luta dos povos originários e sua resistência à destruição sistemática dos seres viventes.

15/03
14H | ONLINE
  • YouTube - Black Circle
Performance e ecologia

com Juão Nÿn e Lian Gaia

Mediação: Gabriel Machado

Juão Nÿn e Lian Gaia apresentam seus processos artísticos e investigam as relações entre a diversidade dos povos indígenas  e a arte como um caminho possível pra (re)existir.

16/03
10H | ONLINE
  • YouTube - Black Circle

Políticas da existência

com Denilson Baniwa, Nego Bispo e Ana Mumbuca

Mediação: Fernando Porto

Ao reunir o artista indígena Denilson Baniwa e os quilombolas Nego Bispo e Ana Mumbuca, propomos a reflexão sobre o trânsito entre suas atuações, pesquisas e obras na luta contra o genocídio e no fortalecimento, por meio da arte, de ações políticas de reafirmação da existência.

  • YouTube - Black Circle
16/03
14H | ONLINE

Conferência de encerramento: Esperança cultural

com Paul Ardenne (Université d’Amiens)

Mediação: Gabriela Lírio

Não tenhamos ilusões: a cultura, em nosso mundo, conta pouco. Para nossos dirigentes, sobretudo: importa menos do que a economia e o controle político e social, objetos de todas as suas atenções. No entanto, a cultura conta para os povos, que encontram nela uma forma de opor sua própria concepção de mundo ao ponto de vista dominante. Nisso, a cultura é fator de esperança, permite traçar um futuro menos sombrio, mais vivível. O Antropoceno, que é uma forma de “fim do mundo”, é também paradoxalmente um fator de regeneração cultural, o início de um outro mundo, um sonho de futuro.

Atividades presenciais no MAR - Museu de Arte do Rio | 17 e 18/03/22
17 e 18/03
10H ÀS 13H

Laboratório: EMARANHADA: modos de criar corpo junto 

com Dani Lima e Ricardo Cabral

INSCRIÇÕES ENCERRADAS

Baseado no conceito de simpoiesis de Donna Haraway, o laboratório vai propor práticas performativas de som e movimento como forma de criar relações corporais entre gentes diversas, mercadorias, museu e cidade. O trabalho acontecerá dentro do MAR e em seus arredores, na Praça Mauá.

17/03
10H ÀS 16H

Oficina: Práticas monstruosas de criação para além do humano  

com Gabriel Machado e Princesa Ricardo Marinelli

INSCRIÇÕES ENCERRADAS

A oficina/laboratório busca um espaço de experimentação individual e coletiva por meio do desenvolvimento e compartilhamento de metodologias de modificação do corpo, mediante exercícios imaginativos, próteses, e da autoexperimentação. Tendo o monstro como possibilidade de desvio e a ruína como espaço de experimentação, a oficina busca produzir ficções como práticas de cuidado e reelaboração de mundos. 

18/03
14H ÀS 16H

Roda de conversa: Insurgências ecológicas

com Muda Outras Economias, Selvagem Ciclo de Estudos e Silo Arte e Latitude Rural 

Mediação: Tatiana Paz

Partilha de experiências que aliam arte, agroecologia, educação, ciências e economia a partir de três iniciativas que valorizam em suas ações, a coletividade, o respeito aos ciclos da vida e aos saberes dos que vivem na natureza.  

 
 
 
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